O discurso socialista do presidente venezuelano Hugo Chaves durante sua recente viagem pelo Oriente Médio e Europa, é visto por alguns dos países visitados como alternativa para o fortalecimento de suas economias.
O candidato a “sucessão ideológica” de Fidel Castro procura aliados para ajudarem opor-se à política imperialista americana.
Apesar de não denegrir a imagem de Obama, continua falando horrores do ex-presidente americano George Bush.
Ora, o desastre que foi Bush para o mundo, mantê-lo na mira não passa de falta de imaginação. É carta conhecida. Como disse Tancredo Neves, é mais importante escolher o inimigo do que o amigo. A escolha errada não dá Ibope.
Hugo precisa arrumar outro inimigo para se manter combativo e esconder o fracasso do seu governo. Termina batendo na Colômbia, em Honduras e nos Estados Unidos para manter a população ocupada e encobrir as carências sociais do seu povo.
A Rússia se interessa pelo petróleo venezuelano e ajuda Hugo a armar-se com mísseis. Será que Chaves pensa lançar foguetinhos contra os Estados Unidos ou os artefatos servirão para sua defesa? Que defesa? Obama via invadir a Venezuela? Vai nada, o Bush que é o Bush não deu a menor importância a Chaves, quanto mais Obama que tem tanta coisa por fazer...
Na parecida rota de Chaves, Lula faz marolinha dizendo assinar acordo com a França para comprar aviões e submarinos, objetivando agradar as Forças Armadas em defesa da decadente candidatura da Dilma.
Salve-me DEUS, será que eu vou ver uma guerra?
Cuba não lançou foguete, Chaves vai lançar?
E os nossos submarinos, o que vai ser deles? Ficarão parados juntos às plataformas do pré-sal? Serão suficientes para defender a nossa riqueza energética? Defender contra quem? Chaves, Estados Unidos, Rússia?
Acuda-me, DEUS!
O Jogador – Fiódor Mikhailovich Dostoiévski
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A história relata o envolvimento de Alexei Ivanovich, um prospector
encarregado da educação dos filhos de um general, viúvo, que vive como
hospede em um ho...

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